É preciso...
É precis
É prec
É pr
É
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Ninguém constrói um mundo melhor apenas pensando ou idealizando, devemos ser autênticos em nosso discursos e acreditar na troca de ideias para superação de nossas falhas.Assim , poemas, ensaios,entre outros gêneros aqui publicados servem como ponto de partida ao diálogo e troca de saberes.
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
sábado, 11 de agosto de 2007
Breath and live
We can spread many things ,
We can be together and no matter if you'll really be there,
We can believe in a real world and even it doesn't make sense,
we can blow the trouble up and it is only an action,
I 'm sure you'll be here
We are breathing and don't be afraid of it.
We really wanna something more......
I'm strongly in love by our lives.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Mistério
Passos na escada,
ranger de portas,
sopro de vento no quarto,
a sombra cada vez mais próxima,
a respiração cada vez mais ofegante,
um vulto, um espírito ,
que nada ...
um nada sem nome, nem alma,
um algo sem vida, nem respeito,
um ser que adentra o recinto
e sem habitar aquele espaço,
levar embora a tranquilidade de mais um dia...
o que fazer?
fugir?
expulsar?
tchau!
ranger de portas,
sopro de vento no quarto,
a sombra cada vez mais próxima,
a respiração cada vez mais ofegante,
um vulto, um espírito ,
que nada ...
um nada sem nome, nem alma,
um algo sem vida, nem respeito,
um ser que adentra o recinto
e sem habitar aquele espaço,
levar embora a tranquilidade de mais um dia...
o que fazer?
fugir?
expulsar?
tchau!
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Homens Invisíveis
Homens invisíveis
Desaparece vosso passado e aos poucos consome vosso presente,
Vossa imagem defronte ao espelho esmaece em partículas indiferentes,
Vossos passos vagueiam e tão pouco entram em atrito com o solo,
Vosso ser se desfaz em grãos de areia jogadas ao vento,
São vossas últimas horas de visibilidade,
A memória mórbida enterrada à longevidade,
Quem és agora , quiçá imagem do hoje,
Vossas palavras, vossa construção,
Descontroem-se em multidimensões,
Eu não mais os vejo,
Eu não mais os ouço,
Um dia acordamos e nem de tua imagem lembramos,
Mas sabemos pelo menos o quanto ainda estão por aí!
Talvez observando nossa estupidez, nossa alienação,
Nosso pensar no futuro,
Nosso acreditar na vossa existência.
Desaparece vosso passado e aos poucos consome vosso presente,
Vossa imagem defronte ao espelho esmaece em partículas indiferentes,
Vossos passos vagueiam e tão pouco entram em atrito com o solo,
Vosso ser se desfaz em grãos de areia jogadas ao vento,
São vossas últimas horas de visibilidade,
A memória mórbida enterrada à longevidade,
Quem és agora , quiçá imagem do hoje,
Vossas palavras, vossa construção,
Descontroem-se em multidimensões,
Eu não mais os vejo,
Eu não mais os ouço,
Um dia acordamos e nem de tua imagem lembramos,
Mas sabemos pelo menos o quanto ainda estão por aí!
Talvez observando nossa estupidez, nossa alienação,
Nosso pensar no futuro,
Nosso acreditar na vossa existência.
Desenuviar!!!!!
Desenuviar!!!!!
Eu caminho entre nuvens de palavras que ocultam a verdade de um caminho
Eu desenuvo entre palavras que caminham entre verdades ocultas
Eu entre palavras caminho entre verdades ocultas,
Não são as palavras, nem as nuvens;
São os caminhos que escolho
Desenuvem ocultas verdades
E mesmo assim caminho !!
E mesmo assim passam as nuvens!!!
Eu caminho entre nuvens de palavras que ocultam a verdade de um caminho
Eu desenuvo entre palavras que caminham entre verdades ocultas
Eu entre palavras caminho entre verdades ocultas,
Não são as palavras, nem as nuvens;
São os caminhos que escolho
Desenuvem ocultas verdades
E mesmo assim caminho !!
E mesmo assim passam as nuvens!!!
“Desabafos de um político frustrado”.
“Desabafos de um político frustrado”.
-Quero deixar essa missiva cair aos seus pés
Para que a multidão receba
O infinito afago da justiça;
-Não deixarei mais usarem essas mãos
Para usurparem de um direito absoluto
Sobre linhas de trem
E construções definidas
Das megalópoles retorcidas de tanta imagem,
-Não quero mais a manutenção das horas e horários infinitos....
Deixarei os cargos em aberto,
E o silêncio dos espaços que nunca ocupei...
-Quero mais das frustrações burocráticas,
A burrocracia barata das lojas de consumo,
Os planos mistos dentro de uma política dividida
entre os momentos de tristeza e dor...........
As leis outorgadas desde então,
Deixarei aos povos de boa fé,
Como a noite brilha,
No badalar das horas,
Não mais escreverei páginas de um discurso ilógico....
Serei sincero comigo,
Levarei a alma à cachoeira mais próxima,
E deixarei nas águas
O que jamais tornarei a ser;
Se vos digo de boa fé
Então, julgue-me capaz
Não de vencer em eleitoreiras campanhas
Mas, de restabelecer a lembrança de um humano comum
Que em algum lugar do passado ficou
Haja vista todas as declarações :
- Tenho dito...........”
12/12/1992
-Quero deixar essa missiva cair aos seus pés
Para que a multidão receba
O infinito afago da justiça;
-Não deixarei mais usarem essas mãos
Para usurparem de um direito absoluto
Sobre linhas de trem
E construções definidas
Das megalópoles retorcidas de tanta imagem,
-Não quero mais a manutenção das horas e horários infinitos....
Deixarei os cargos em aberto,
E o silêncio dos espaços que nunca ocupei...
-Quero mais das frustrações burocráticas,
A burrocracia barata das lojas de consumo,
Os planos mistos dentro de uma política dividida
entre os momentos de tristeza e dor...........
As leis outorgadas desde então,
Deixarei aos povos de boa fé,
Como a noite brilha,
No badalar das horas,
Não mais escreverei páginas de um discurso ilógico....
Serei sincero comigo,
Levarei a alma à cachoeira mais próxima,
E deixarei nas águas
O que jamais tornarei a ser;
Se vos digo de boa fé
Então, julgue-me capaz
Não de vencer em eleitoreiras campanhas
Mas, de restabelecer a lembrança de um humano comum
Que em algum lugar do passado ficou
Haja vista todas as declarações :
- Tenho dito...........”
12/12/1992
Rosas a rezar
Rosas a rezar
Rosas são vermelhas,
Quando o sol escurece,
Tornam-se brancas ao nascer do dia,
Tornam-se flores ao viver,
Porém, é difícil entender,
Tal forte esplendor,
E com perfeita paciência,
Voltam a ser rosas.
O brilho penetra nos olhos
Que ficam cegos ao ver:
Rosa de Hiroshima,
Rosa artificial, sem ideal,
Provoca a morte ao tocar seu espinho.
Há paz na pétala de uma rosa,
Então transformam-se em bodas de prata,
Rosas brancas,
E quando a vida se vai,
Inúmeras cores e espécies, tomam seu caminho,
E apenas rosas tão vermelhas,
Fecham o jardim e olhos a rezar,
Desvendam a trajetória da vida
E o sol nasce pela última vez.
Rosas são vermelhas,
Quando o sol escurece,
Tornam-se brancas ao nascer do dia,
Tornam-se flores ao viver,
Porém, é difícil entender,
Tal forte esplendor,
E com perfeita paciência,
Voltam a ser rosas.
O brilho penetra nos olhos
Que ficam cegos ao ver:
Rosa de Hiroshima,
Rosa artificial, sem ideal,
Provoca a morte ao tocar seu espinho.
Há paz na pétala de uma rosa,
Então transformam-se em bodas de prata,
Rosas brancas,
E quando a vida se vai,
Inúmeras cores e espécies, tomam seu caminho,
E apenas rosas tão vermelhas,
Fecham o jardim e olhos a rezar,
Desvendam a trajetória da vida
E o sol nasce pela última vez.
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Caminhar
Perceber a existência
É dar passos na história,
corromper a memória,
repartir o pão da criatividade,
Perceber é caminhar em várias direções,
Caminhar é perceber outras emoções, reflexões,
Caminhar é destituir a censura torpe dos sentidos,
Caminhar é enterrar ideologias num mundo sem consciência,
Caminhamos, às vezes numa única direção,
entramos em conflito com outros eus,
Caminhamos, às vezes , sem motivo
O sopro que nos resta no coração,
Deve elevar à alma ao status de criação,
Caminhar sim,
Caminhar sem paradas,
Caminhar é o descanso da dignidade perdida,
Nessa manhã ,
senti o solo,
e o sol abriu essa estrada !
É dar passos na história,
corromper a memória,
repartir o pão da criatividade,
Perceber é caminhar em várias direções,
Caminhar é perceber outras emoções, reflexões,
Caminhar é destituir a censura torpe dos sentidos,
Caminhar é enterrar ideologias num mundo sem consciência,
Caminhamos, às vezes numa única direção,
entramos em conflito com outros eus,
Caminhamos, às vezes , sem motivo
O sopro que nos resta no coração,
Deve elevar à alma ao status de criação,
Caminhar sim,
Caminhar sem paradas,
Caminhar é o descanso da dignidade perdida,
Nessa manhã ,
senti o solo,
e o sol abriu essa estrada !
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