Marcelo Costa Sena: Aceitar a derrota ou jogar pedras..
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
Aceitar a derrota ou jogar pedras..
Hoje joguei pedras na vidraças da sala de aula,
As pedras se espatifaram em mihões de grãos,
os grãos tomaram formas e atitudes,
os grãos tornaram-se: pedras , pedregulhos , rochas, vales, montanhas,
tomaram os céus brilhantes e reluzentes de paz,
seguros de seu próprio destino e de um país decente,
o problema é que tratado com tanta indiferença
o poder público também jogou sua pedra,
calou minha voz e cessou qualquer defesa,
à base de decretos e resoluções pontiagudas ,
petrificaram minha criatividade e vontade,
deixaram-me disposto a navegar por mares dantes navegados,
longe daquela sala de aula.
As pedras se espatifaram em mihões de grãos,
os grãos tomaram formas e atitudes,
os grãos tornaram-se: pedras , pedregulhos , rochas, vales, montanhas,
tomaram os céus brilhantes e reluzentes de paz,
seguros de seu próprio destino e de um país decente,
o problema é que tratado com tanta indiferença
o poder público também jogou sua pedra,
calou minha voz e cessou qualquer defesa,
à base de decretos e resoluções pontiagudas ,
petrificaram minha criatividade e vontade,
deixaram-me disposto a navegar por mares dantes navegados,
longe daquela sala de aula.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
o último raio de sol
Acordo assustado no momento da sua invasão,
sem delongas arrasta o mundo numa única estrada,
sem esperanças de retorno deixa vaga a recordação de seu brilho ,
Inunda minha memória com teu olhar
e longe , bem longe, aquece outros lares sem paz,
Foi assim que a sombra cobriu meu amanhã.
sem delongas arrasta o mundo numa única estrada,
sem esperanças de retorno deixa vaga a recordação de seu brilho ,
Inunda minha memória com teu olhar
e longe , bem longe, aquece outros lares sem paz,
Foi assim que a sombra cobriu meu amanhã.
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